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Olá, eu sou Yasmin, psicóloga clínica (CRP 06/234564).
Atendo jovens e adultos, presencialmente em São Paulo e também de forma on-line, oferecendo um espaço de escuta, acolhimento e reflexão para quem busca compreender melhor o que está vivendo e construir novas possibilidades.
Minha prática clínica tem a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) como abordagem principal, aliada a uma escuta individualizada e atenta à história de cada pessoa. Meu trabalho contempla demandas relacionadas à ansiedade, autoestima, autocobrança, regulação emocional, relacionamentos, autoconhecimento, desânimo, saúde mental e escolhas profissionais.
Acredito que você não precisa chegar à terapia sabendo exatamente o que dizer. Muitas vezes, sabemos apenas que algo não está bem: pensamentos que não desaceleram, sentimentos que parecem difíceis de compreender, relações que nos atravessam, escolhas que geram dúvidas ou uma sensação persistente de estar vivendo no automático.
É a partir desse ponto que começamos.
Ao longo do processo, buscamos compreender a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos, reconhecer padrões que podem estar contribuindo para o sofrimento e desenvolver recursos que façam sentido para a sua realidade. Para mim, a terapia é um trabalho colaborativo: não se trata de receber respostas prontas, mas de construir, em conjunto, uma compreensão mais profunda sobre o que você vive e os caminhos possíveis a partir disso.
Antes da clínica, construí minha trajetória profissional no universo corporativo, atuando com recrutamento e desenvolvimento de pessoas. Essa experiência continua presente na minha prática e amplia meu olhar para questões relacionadas à carreira, escolhas, relações profissionais e diferentes momentos das trajetórias de vida.
Também tenho um olhar atento às experiências da comunidade LGBTQIAPN+ e de pessoas negras, buscando oferecer um espaço de respeito, acolhimento e escuta livre de julgamentos.
A terapia não precisa começar quando você tiver tudo organizado. Ela pode começar justamente quando perceber que não quer mais carregar tudo sozinho.
“Quem não vê bem uma palavra, não pode ver bem uma alma.” — Fernando Pessoa
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